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Bulldog Campeiro
Cão

Bulldog Campeiro

RESUMO HISTÓRICO: o Buldogue Campeiro tem sua origem nos Bulldogs que vieram para o Brasil trazidos pelos imigrantes desde o século XVIII. Devido à criação de gado ser sempre forte na região sul, os Buldogues eram bastante usados ​​para capturar o gado selvagem que se criava em meio a um ambiente hostil de campo e mata nativa. Participou de grandes tropeadas sempre capturando o boi fujão. Nos matadouros tinha participação ativa, solicitados para segurar um boi bravo sempre que fosse necessário. Os Buldogues para o trabalho tiveram uma seleção quase natural, uma vez que os que eram muito baixos, conduziram em percorrer longas distâncias e em não poder tracionar segurando o boi. E os que através de cruzamentos com outra raça ficaram muito altos perdiam o instinto de pegador, a precisão de movimentos, além de terem sido encontrados às investigadas dos bois com suas coices e chifradas. O que era considerado um bom cão? O corpo deveria ser forte. A cabeça larga com fortes maxilares; o focinho largo e forte, não curto como o do atual Bulldog, nem tão comprido como o do Bullmastiff, para que pudesse morder e segurar um boi independentemente do peso. Cão de temperamento vigilante e tranqüilo, com acentuado espírito de luta e companheirismo. Este temperamento teria que ser tão obstinado que não conhecesse limites e tão controlado que sempre obedecesse aos comandos do tropeiro. Assim, “selecionado na lida” nasceu o BULDOGUE CAMPEIRO. para que pudesse morder e segurar um boi independentemente do peso. Cão de temperamento vigilante e tranqüilo, com acentuado espírito de luta e companheirismo. Este temperamento teria que ser tão obstinado que não conhecesse limites e tão controlado que sempre obedecesse aos comandos do tropeiro. Assim, “selecionado na lida” nasceu o BULDOGUE CAMPEIRO. para que pudesse morder e segurar um boi independentemente do peso. Cão de temperamento vigilante e tranqüilo, com acentuado espírito de luta e companheirismo. Este temperamento teria que ser tão obstinado que não conhecesse limites e tão controlado que sempre obedecesse aos comandos do tropeiro. Assim, “selecionado na lida” nasceu o BULDOGUE CAMPEIRO.

APARÊNCIA GERAL : cão de constituição potente e larga, indicando força e agilidade. Formato corporal quase quadrado. Membros vigorosos, musculosos, com ossos fortes. Cabeça volumosa e peito amplo. Aspecto imponente. Visto de cima, deve ser largo nos ombros e comparativamente estreito no lombo.

PROPORÇÕES IMPORTANTES:  a altura na cernelha deve ser, preferencialmente, igual ao comprimento medido da cernelha até a inserção da cauda.

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO:  versátil, com características de guardião. Destaca-se pela fidelidade ao dono, tenacidade e coragem. Seu temperamento é vigilante e tranquilo, perseverante, com acentuado espírito de luta e companheirismo. Muito dócil com crianças; é um cão de fácil adaptação. Controlável, não tímido, tarde pouco, é tranqüilo.

CABEÇA:  volumosa com boas apreciadas; larga com fortes maxilares e com pele solta sem excesso de rugas. A medida da cabeça mantida da cabeça fica, no mínimo, na mesma proporção da altura e do comprimento para as fêmeas e obrigatoriamente maior nos machos.

REGIÃO CRANIANA

  • Crânio:  bastante largo, alto e levemente inclinado, com forte musculatura. Visto de frente, forma uma linha reta entre as orelhas, quando em atenção.
  • Stop:  bem definido.

REGIÃO FACIAL

  • Focinho:  curto, com no máximo 1/3 e no mínimo 1/5 do comprimento do crânio. Largo embaixo dos olhos; grosso com as linhas laterais paralelas até a ponta da trufa; o mais quadrado possível quando visto de cima.
  • Trufa:  bem formada, de bom tamanho e bem pigmentada.
  • Orelhas:  pequenas, pendentes, triangulares; também são aceitas como viradas para trás (em rosa), de inserção alta, o mais separado possível entre si. Quando dobradas levemente no sentido dos olhos, o comprimento não pode ultrapassar o canto interno do globo ocular.
  • Olhos:  ovalados, de tamanho médio, não podendo ser profundos, nem saltados. Preferencialmente com as apropriadas bem pigmentadas. A cores dos olhos, o mais escuro possível, indo do castanho ao marrom escuro, nos exemplares com a trufa escura. Nos exemplares de trufa ruiva, são aceitos como tonalidades mais claras, castanho claro (cor de mel). Deve-se evitar olhos caídos com aspecto de “chorão”.
  • Lábios:  grossos e pendentes sem demasia, não devendo preceder a linha inferior do maxilar em mais de 50% da altura do focinho em toda a sua extensão. A rima labial deve ser o mais pigmentada possível.
  • Mordedura:  prognatismo inferior, sendo que este não deve exceder 3 cm.
  • Maxilares :  largos, maciços e quadrados. O inferior deve avançar além do superior e elevar-se no extremo da mandíbula.
  • Dentes:  fortes com os caninos bem administrados para agarrar e bem distanciados entre si. Dá-se preferência aos incisivos bem alinhados aos caninos. Dentes inferiores aparentes são aceitáveis. A dentição deve ser a mais completa possível. Tolera-se caninos aparentes, dentes a mais e falta dos P1.
  • Mordedura:  prognatismo inferior, sendo que este não deve exceder 3 cm.

PESCOÇO:  forte, de comprimento moderado, muito musculoso e de contenção aproximada a do crânio, com pele frouxa que forma barbela a qual não deve ser excessivamente.

TRONCO

  • Dorso:  moderadamente curto, reto, com linha ascendente levemente inclinada até a garupa.
  • Peito:  de amplitude notável, quase redondo, sendo que a profundidade deve atingir a altura dos cotovelos.
  • Costelas:  bem arqueadas. Ventre: resistente esgalgado. Garupa: ligeiramente arredondada.

CAUDA:  inserida baixa, grossa na raiz, de comprimento moderado e de linha inconstante; quebrada naturalmente. Dá-se preferência a cauda que não excede em comprimento, em dois terços, a distância da inserção da cauda à ponta do jarrete.

MEMBROS ANTERIORES
:  vigorosos e musculosos, com ossos fortes.

  • Ombros:  largos, musculosos e oblíquos. Em relação à horizontal deve ter 45°
  • enquanto que a angulação escapulo-umeral deve ter menos de 90°.
  • Cotovelos:  afastam afastados das costelas, são corretamente direcionados para a frente, em uma linha vertical medida dos cotovelos até o solo, proporcionalmente a altura.
  • Antebraços:  bem incluídos e com ossos fortes e retos.
  • Metacarpos:  moderadamente angulados.
  • Patas:  são tratados para fora com dedos levemente separados e um pouco arqueados.

POSTERIORES:  vigorosos, musculosos, com ossos fortes. Coxas: bem desenvolvidas, que indicam vigor e atividade. Jarretes: ligeiramente angulados, paralelos.

  • Patas:  são tratados para fora com dedos levemente separados e arqueados; com almofadas plantares grossas e elásticas.

MOVIMENTAÇÃO:  com caminhar balanceado, mantém a cabeça na linha do dorso e a cauda baixa. Seu movimento é típico; o balanço do corpo deve ser perceptível na garupa e nas costelas, enquanto caminha, mantém as costas niveladas mas não firmes. Seu galope é rápido, com grande propulsão.

PELAGEM

  • Pelo:  curto, liso, de textura média, não sendo nem macio e nem áspero ao toque.

COR:  todas as cores são aceitas.

TAMANHO

  • Ideal  : machos: 53 cm, fêmeas: 51 cm

PESO

  • machos:  de 35 kg a 45 kg aproximadamente
  • fêmeas:  de 30 kg a 40 kg aproximadamente.

A tolerância na altura é de 48cm a 58cm. Devem ser respeitadas as proporções de peso e altura que confiram aspecto vigoroso ao exemplar.

FALTAS:  Qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade e seus efeitos na saúde e bem estar do cão.

FALTAS LEVES

  • caninos aparentes;
  • dentes a mais;
  • falta dos P1;
  • orelhas de inserção muito alta;
  • orelhas muito curtas, estreitas, muito largas ou compridas;
  • pelagem atípica;
  • pescoço muito curto;
  • angulação dos anteriores e posteriores excessivamente;
  • ponta da cauda ultrapassando a altura do jarrete;
  • pescoço sem barbelas ou com barbelas em demasia;
  • olhos azuis.

FALTAS GRAVES

  • olhos redondos ou muito grandes; olhos saltados ou de dois núcleos;
  • prognatismo superior a 3 cm;
  • dorso selado, carpeado ou descendente;
  • peito fraco, estreito, pouco profundo;
  • angulação dos anteriores e posteriores insuficiente;
  • jarretes de vaca;

FALTAS DESCLASSIFICANTES

  • ausência de prognatismo inferior;
  • torção de mandíbula;
  • ausência de caninos; incisivos a menos ou ausência de mais de 2 molares;
  • trufa com mais de 1/4 despigmentada;
  • ausência de angulação nos anteriores e nos posteriores;
  • superiores muito longos ou muito curtos, em “X” ou arqueados;
  • movimentação muito pesada, difícil, com passos curtos ou passo de camelo contínuo;
  • agressividade ou timidez excessiva.

NOTA:

  • os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos
  • acomodados na bolsa escrotal.
  • todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento deverá ser desqualificado.

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